segunda-feira, 20 de maio de 2013

ONU quer medidas efetivas para proteção dos direitos humanos da população LGBT



Lembrando o Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia, lideranças das Nações Unidas fizeram nesta sexta-feira (17) um apelo aos governos em todo o mundo para proteger os direitos de lésbicas, gays, bissexuais e trans (LGBT), bem como eliminar leis discriminatórias contra pessoas deste segmento da população.
“A luta contra a homofobia é uma parte essencial da batalha mais ampla dos direitos humanos para todos”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em seu discurso para o Fórum Internacional sobre o Dia Internacional Contra a Homofobia e Transfobia (IDAHO), realizado em Haia, na Holanda.
“A Declaração Universal dos Direitos Humanos promete um mundo que é livre e igual, e nós só vamos conseguir honrar essa promessa se todos — sem exceção — gozarem da proteção que merecem.” Ban Ki-moon ressaltou a responsabilidade dos governos de tomar a iniciativa para promover uma maior compreensão da questão, acabando com os estereótipos negativos.
As pessoas LGBT são frequentemente alvos de preconceitos e abusos de extremistas religiosos, grupos paramilitares, neonazistas, ultranacionalistas, entre outros grupos, além de sofrer com a violência no ambiente familiar e comunitário. Lésbicas e mulheres transexuais estão em situação de risco particular.
A alta comissária das Nações Unidas para os direitos humanos, Navi Pillay — que leu a mensagem de Ban no evento de Haia –, destacou três áreas que requer atenção imediata. A primeira é a dos crimes de ódio, que “acontecem com regularidade alarmante em todas as regiões do mundo” e variam da intimidação à agressão física, tortura, sequestro e assassinato.
A segunda preocupação é a criminalização da homossexualidade. Cerca de 76 países continuam a proibir relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo, violando o direito do cidadão à privacidade. As penalidades variam de sentenças de prisão até a pena de morte, em sete países.
A prevalência de práticas discriminatórias contra pessoas LGBT é a terceira área de preocupação. Pillay observou que em muitos países as pessoas LGBT não têm proteção legal por leis nacionais e, em alguma instância, os Estados estão contribuindo ativamente para esse tipo de discriminação.

Criminalização pode incluir a pena de morte em alguns países

Em 2011, 85 países assinaram uma declaração expressando sua preocupação com as violações dos direitos humanos contra pessoas LGBT. No mesmo ano, o Conselho de Direitos Humanos da ONU adotou a primeira resolução para tratar especificamente do assunto.
No ano passado, o Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) elaborou um guia sobre os direitos LGBT, intitulado “Nascidos Livres e Iguais“, que define as obrigações legais fundamentais dos Estados-Membros.
“Muitas das pessoas com quem trabalhamos são excluídas das oportunidades de desenvolvimento especificamente por causa de sua orientação sexual ou expressão de gênero, contribuindo para os níveis assombrosos de desigualdade em todo o mundo. Tais desigualdades impedem o progresso de desenvolvimento para a sociedade como um todo”, disse a administradora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) — agência da ONU presente em mais de 170 países –, Helen Clark.
Para marcar o Dia, o ACNUDH lançou um vídeo intitulado “O Enigma” (The Riddle), que pergunta: o que existe em todos os cantos do mundo, mas continua a ser ilegal em mais de 70 países? A resposta: ser gay, ser lésbica, bissexual ou transgênero.
Produzido em colaboração com a Fundação Purpose, “O Enigma” foi assistido por mais de 60 mil pessoas em apenas 24 horas desde seu lançamento no YouTube.
Embora não seja observado oficialmente pela ONU, o Dia Internacional Contra a Homofobia e a Transfobia — que é comemorado a cada 17 de maio desde 1990, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças — tornou-se uma data importante para milhões de pessoas no mundo para que se lembrem das vítimas da violência e da discriminação homofóbica, e lutem por uma igualdade verdadeira para as pessoas LGBT.

Esforços da ONU para a garantia dos direitos LGBT

Durante um encontro internacional sobre a discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e pessoas trans, no mês passado, o secretário-geral da ONU declarou que a cultura, religião e tradição nunca podem ser uma justificativa para negação dos seus direitos básicos.
“Alguns vão se opor à mudança. Eles podem invocar a cultura, a tradição ou a religião para defender o status quo. Tais argumentos foram usados para tentar justificar a escravidão, o casamento infantil, o estupro no casamento e mutilação genital feminina”, afirmou Ban, acrescentando: “Eu respeito tradição, cultura e religião — mas elas nunca podem justificar a negação dos direitos básicos.”
Em mensagem para a data, o representante regional doACNUDH para a América do Sul, Amerigo Incalcaterra, chamou os jovens que se sentem discriminados por sua orientação sexual ou identidade de gênero para não se sentir sozinhos e usar mecanismos locais e internacionais para denunciar o assédio do qual são vítimas.
“Tenha em mente que ser lésbica gay, bissexual ou outra forma em que você queira se expressar não é um crime nem uma doença. Você tem o direito de se expressar da forma que achar melhor”, disse Incalcaterra.
Em dezembro de 2011, foi elaborado o primeiro relatório globaldas Nações Unidas sobre o tema, ressaltando como muitas pessoas estão sendo mortas ou sofrendo com ódio, violência, tortura, detenção, criminalização e discriminação no trabalho.
Em dezembro de 2012, o secretário-geral da ONU, acompanhado pelos artistas Ricky Martin e Yyonne Chaka Chaka, pediram o fim da violência contra a população LGBT em um evento especial sobre a necessidade de liderança na luta contra a homofobia, realizado na sede da ONU em Nova York. “Deixe-me dizer isso alto e claramente: pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros têm direito aos mesmos direitos que todos os outros.”
Esta semana, a Organização Pan-Americana da Saúde, representação regional da Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), pediu que se acabe com estas atitudes nas escolas, nos locais de trabalho e nos espaços públicos, particularmente nos serviços de saúde.
“Todas as manifestações de intolerância e ódio afetam o bem-estar dos indivíduos, famílias e comunidades; causam sofrimento, estresse e criam situações perigosas”, disse oassessor da OPAS/OMS sobre HIV, doenças sexualmente transmissíveis e hepatites, Rafael Mazin.
Além do impacto que a intolerância causa na saúde emocional e mental, as pessoas LGBT são mais propensas a sofrer lesões como resultado de violência física. Mulheres lésbicas, por exemplo, são vítimas contínuas de abuso sexual sob o pretexto de “mudança” na sua orientação sexual, enquanto muitos homens gays, bissexuais e trans ainda estão sujeitos à chamada “terapia reparativa”, que carece de justificação médica e representa uma séria ameaça para a saúde e o bem-estar das pessoas afetadas, de acordo com a OPAS.
“Criminalização, estigma, violência e discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero não são apenas violações dos direitos humanos, mas também impactam negativamente na prevenção e o tratamento, bem como no cuidado e apoio às pessoas vivendo com o HIV”, destacou o diretor executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), Michel Sidibé.
Segundo Sidibé, gays e outros homens que fazem sexo com homens são 19 vezes mais propensos a viverem com HIV do que a população em geral, embora apenas um a cada 10 entre eles tenha acesso aos serviços. Pessoas transexuais também apresentam altas taxas de HIV em todo o mundo, e menor acesso aos serviços. “Hoje, 78 países entre os 193 membros da ONU continuam a criminalizar as relações sexuais entre parceiros do mesmo sexo – em 7 jurisdições, a pena de morte é aplicada”, afirmou o chefe do UNAIDS.

Ações da ONU no Brasil

Em 2011, a chefe de direitos humanos da ONU, Navi Pillay, lembrou em um vídeo que, só em 2010, 250 pessoas foram assassinadas no Brasil vítimas de crimes de ódio homofóbicos ou transfóbicos.
“Infelizmente, estes não são casos isolados. O problema é global”, lembrou Pillay. “A história nos mostra o terrível preço humano da discriminação e do preconceito. Ninguém tem o direito de tratar um grupo de pessoas como sendo de menor valor, menos merecedores ou menos dignos de respeito.”
Também em 2011, uma iniciativa de agências das Nações Unidas no Brasil foi replicada na Argentina para toda a América Latina pela Rede Latino Americana de Pessoas Trans, com o objetivo de visibilizar esse segmento populacional e chamar atenção para o estigma e discriminação na região.
Lançada em 2009 pelo Brasil, a campanha “Igual a Você” se insere na perspectiva do combate à transfobia com o objetivo de estabelecer um ambiente onde o respeito aos direitos humanos seja a norma social, independentemente de raça, cor, etnia, orientação sexual, sexo e prática religiosa.
Este ano, a eliminação de todas as formas de preconceito e discriminação foi selecionada como prioridade para a agenda pós-2015, após uma consulta realizada em parceria com o PNUD.
No Brasil, travestis e transexuais sempre foram estigmatizadas. Sofrem vários tipos de violências e são assassinadas com requintes de crueldade todos os dias, sem registro oficial. Em fevereiro de 2013, um Projeto de Lei de Identidade e Gênero foi apresentado ao Congresso.
“As pessoas devem poder definir sua própria identidade, dizer quem elas são”, afirmou a deputada Érika Kokay, autora do projeto de lei juntamente com o deputado Jean Wyllys.

Governo de SP e Cartoon lançam kits para prevenir bullying na escola



A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e o Cartoon Network apresentaram nesta quarta-feira kits sobre o bullying que serão usados em escolas da América Latina. Segundo o governo, a partir de hoje também será feita uma mobilização para que os 4,2 milhões de alunos da rede estadual firmem compromisso para prevenir e combater ofensas e agressões no ambiente escolar.
O kit, composto de sete publicações adaptadas em espanhol e português, será usado pelo Cartoon Network nos países latino-americanos e a partir de hoje terá uma versão on-line disponível no site www.chegadebullying.com.br. A iniciativa integra a campanha "Chega de bullying, não fique calado", iniciada em 2011, e tem como objetivo proporcionar aos professores, estudantes, pais e funcionários das instituições de ensino maneiras práticas para lidar com o problema que afeta milhões de jovens em todo o mundo.
Exercícios e jogos foram desenvolvidos para cada faixa etária para tornar o material divertido e de fácil uso para crianças e adolescentes. As ferramentas foram desenvolvidas pelo Cartoon com o apoio da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, da Secretaria de Educação da Cidade do México, da Organização dos Estados Iberoamericanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI) e das ONGs Plan International e Visão Mundial. 
Até o início de 2014, a Secretaria da Educação, por meio do Sistema de Proteção Escolar, treinará os educadores da rede estadual para otimizar o uso do material e, na sequência, distribuirá os kits às escolas estaduais. 
Hoje, no início das aulas de cada turno, os educadores das mais de 5 mil escolas estaduais falarão aos alunos sobre a importância da participação de todos para evitar ofensas e agressões e solicitarão que as crianças e os adolescentes assinem virtualmente um compromisso no site www.chegadebullying.com.br
"O bullying é um problema sério que afeta as crianças e pode prejudicar significativamente a vida escolar desses jovens. Por isso, nosso empenho para combater esse tipo de agressão", disseo vice-presidente sênior e gerente-geral do Cartoon Network América Latina, Barry Koch, durante a apresentação do projeto em uma escola estadual de São Paulo.

10ponto948 - O Musical - ENTREVISTA - NO PAPO MIX


10ponto948 - O Musical, reestreia em novo endereço
Divulgação
O espetáculo 10ponto948 - O Musical está em novo endereço, no Teatro Bibi Ferreira em São Paulo, com sessões semanais sempre aos domingos, às 21horas.  A atração que tem como ponto de partida apontar as diferenças entre os seres humanos, comprovando que essas diferenças agregam valor à sociedade como um todo.
O nome do espetáculo é uma referência a  Lei 10.948, de São Paulo, que determina os direitos dos cidadãos e garante a liberdade da escolha sexual, punindo aquele que a desrespeitar. Dirigido por Regina Papini, o a atração traz situações fortes e reais através das quais o público poderá ter uma nova visão diante das situações que serão apresentadas. A proposta é mostrar que qualquer forma de preconceito é ignorância e, muitas vezes, também falta de informação e conhecimento.
 “Ser ou não ser...Esta história é muito antiga, tão antiga quanto a humanidade. Ser ou não ser?Ser, é claro que sim, diria eu, Ser quem se é, pois na verdade não existe a dúvida, ela nunca existiu, como posso perguntar a mim mesmo ser ou não ser? O questionamento tão famoso perde o seu sentido quando nos deparamos com o Ser que se debate entre a vida e a morte. Pois que a vida é o ser e a morte o não ser.Viver amando quem se é ou viver aniquilando quem se é? Esta é a nova questão que eu hoje proponho a vocês. “ - Coringa ( personagem da Peça)
ELENCO:
Aleteia Barros
Anselmo Gonçalves
Dhenyze Iwone
Evandro Riboli
Flavia Mercadante
Leo Jhovs
Marcos Ferraz
Marili Maria
Rafaelly Domingues
Renata Durâes
Sergio Seixas

Participação Especial da Soprano:
Maude Salazar

Direção Artística Geral
Regina Papini 

10ponto948 - O Musical
Teatro Bibi Ferreira
Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 931
Domingos às 21h


CONFIRA A PARTICIPAÇÃO DO ELENCO DA PRIMEIRA FASE DO ESPETÁCULO NO PAPOMIX
ASSISTA JÁ

10PONTO948 NO TEATRO BIBI FERREIRA - 10PONTO948. VEJA O RELEASE COMPLETO



Trailer da peça

por Thaísa Valadão






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Making Off - gravação realizada por Aleteia Barros


Filme 
 Participação Especial: 

Maude Salazar from OXI 8 PRODUÇÕES on Vimeo.
  
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  • Release
SINOPSE

Um espetáculo com Histórias Fortes, Emocionantes, Envolventes e Divertidas! Você irá se apaixonar!
Um Musical sobre as diferenças humanas abordadas com soma de valores à sociedade, demonstrando no palco personagens LGBT, a fim de abordar tema pouco discutido pela arte e de diminuir preconceitos,  fazendo com que o publico enxergue as personagens sem julgamentos. “Regina Papini

Aguardem novo Teatro!
Preços especiais para grupos: 11 99729 6313 – especial para ONG que trabalham com o Segmento LGBT.
Classificação: 14 anos



Release mais completo:

10PONTO948 – O MUSICAL, tem como ponto de partida apontar as diferenças entre os seres humanos, comprovando que essas diferenças agregam valor à sociedade como um todo. O título da peça é homônimo a Lei Estadual 10.948, que estabelece os direiros dos cidadãos e garante a liberdade da escolha sexual, punindo aquele que a desrespeitar. O título propões reforçar a própria existência da Lei e refletir sobre sua funcionalidade a quem se destina.
Durante toda a temporada do espetáculo, haverá palestras abertas ao público, com Advogados, Médicos, Sociólogos, Psicólogos e pais de cidadãos e cidadãs do Segmento LGBT.

“Ser ou não Ser..Esta história é muito antiga, tão antiga quanto a humanidade. Ser ou  não Ser? Ser, é claro que sim, diria eu. Ser quem se é, pois na verdade não existe a dúvida, ela nunca existiu, como posso perguntar a mim mesmo ser ou não ser? O questionamento tão famoso perde o seu sentido, quando nos deparamos com o Ser que se debate entre a vida e a morte. Pois que a vida é o ser e a morte o não ser. Viver amando quem se é ou viver aniquilando quem se é? Esta é a nova questão que eu hoje proponho a vocês!” – Coringa ( personagem da peça 10PONTO948 – O MUSICAL)

"Viver amando quem se é ou viver aniquilando quem se é, para satisfazer os outros?"

Respeito aos seres humanos, independentemente da sua orientação sexual é a questão proposta pelo Espetáculo Teatral, que tem o homônimo da Lei 10ponto948.

O título da peça é homônimo a Lei Estadual 10.948, que estabelece os direitos dos cidadãos e garante a liberdade do exercício da orientação sexual, punindo aquele que a desrespeitar.
 O título propõe reforçar a própria existência, o exercício  da Lei, sua divulgação, levando o espectador a refletir sobre sua conduta, em relação a si e aos outros; sendo heterossexual ou homossexual.
Oo espetáculo tem como objetivo, mostrar a Lei e sua funcionalidade, a quem se destina e como o direito da pessoa humana deve ser respeitado..

Os quadros interpretados pelos  12 atores, mostrará de forma realística as dificuldades que os homossexuais vivem no seu cotidiano, em grandes cidades, ou em lugarejos.
A grande maioria dos LGBTS, quando passam e são olhados, xingados, ouvem comentários, são alvo de chacotas, de piadas

O ódio aos diversos vai até onde ?
 Muitos e muitas são assassinados, arrastados, deformados pela intolerância a sua orientação sexual.
A violência acontece de forma gratuita, pelo simples fato, do que fazem no privado, fere as pessoas que os encontram nos locais públicos.

Uma das personagem da peça 10PONTO948 – O MUSICAL, interpretará uma travesti, e mostrará de forma esclarecedora a orientação sexual e a liberdade de exerce-la, onde quer que seja, dentro e fora de casa.

A 10ponto948 mostrará, os  preconceitos infiltrados no inconsciente coletivo da sociedade, hipócrita, que pensa que odiar os diferentes, é uma forma de deixar tudo igual.
A 10ponto948, é um espetáculo com fatos ficcionais e reais, com cenas fortes, emocionantes, envolventes e até divertidas!
O espectador se apaixonará, se sensibilizará e  compreenderá o que sentem as pessoas que sofrem preconceitos, por serem diferentes , mas são tão humanas, quanto qualquer outro ser vivo.

A 10ponto948, é um Musical sobre as diferenças  abordadas de forma clara, mostrando que os valores humanos, as virtudes são inerentes aos heterossexuais  e as Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
 O objetivo principal do espetáculo, é mostrar que existe uma Lei Estadual, que protege a diversidade humana, e usa o teatro como agente transformador para divulga-la.

10PONTO948 – O MUSICAL, tem como ponto de partida apontar as diferenças entre os seres humanos, comprovando que essas diferenças  fazem parte do mundo, desde a historia antiga.

                                          “A 10ponto948, além de ser um espetáculo completo, diferente, único,   arrebatador, sensibilizará o publico leigo. 
E o teatro, a arte, mais uma vez, cumprirá  seu papel de agente
 transformador da sociedade .
                                                                     
    Regina Papini
                                                                 Professora, Atriz, Diretora de teatro,
                                                                                                              mentora do Espetáculo 10ponto948 

CDG BRASIL reúne-se com o Secretário de Esportes da Cidade de São Paulo



(São Paulo/SP) Na última quinta, feira, 02 de Maio o Presidente do CDG BRASIL encontrou-se com o Secretario de Esportes, Lazer e Recreação da cidade de São Paulo Celso Jatene em uma audiência inédita na cidade. Pela primeira vez um secretário oficial de pasta de uma das maiores cidades do mundo recebe o Comitê Desportivo LGBT Brasileiro para uma reunião.
Dentre os assuntos em pauta, estavam a apresentação formal do comitê ao novo secretário, empossado em janeiro com a nova administração da capital, a continuidade de apoio concedida timidamente na gestão passada e também sobre a possibilidade de apoio da prefeitura aos JOGOS NACIONAIS DA DIVERSIDADE LGBTS (JODS) que estão previstos para novembro deste ano.
O secretário mostrou-se bastante receptivo, um pouco surpreso com a existência do comitê e de suas atividades e manifestou total apoio às atividades do CDG Brasil, inclusive reiterou o apoio da Secretaria de Esportes na realização do já tradicional GAMES DA DIVERSIDADE na VIRADA ESPORTIVA, que no ano passado reuniu mais de dez mil pessoas no Largo do Arouche em São Paulo e este ano garantiu que não medirá esforços para que o evento receba uma infraestrutura de melhor qualidade.
Também foi discutido a realização de um evento mensal, de recreação e lazer na região do Largo do Arouche aos domingos, que hoje vive um momento delicado com diversas reclamações de munícipes e moradores que reclamam da ociosidade dos jovens “lgbt´s” que ali se reúnem para praticarem atos de promiscuidade e uso excessivo de álcool. Um projeto para o local foi apresentado no final do ano passado pelo CDG Brasil, e mesmo após aprovado e publicado em Diário Oficial teve a sua realização suspensa e assim, os jovens hoje vivem à deriva no local, sem nenhum apoio público. Porém o secretario interessou-se pelo caso e deseja realizar intervenções em parceria com o comitê.
Com relação aos Jogos Nacionais da Diversidade, Celso Jatene soube da importância do evento e reconheceu a sua grandiosidade, na qual planeja reunir-se nos próximos dias com o Secretário Estadual de Esportes para que possam em conjunto tratar da infraestrutura do evento, para garantir que os JODS sejam seguramente realizados.
Para o presidente do CDG Brasil, Érico dos Santos, o encontro com o secretário de esportes da cidade de São Paulo foi bastante produtivo, pois mostra a preocupação que esta gestão está tendo para com a população LGBT e abre portas para muitos projetos que serão implementados durante essa nova fase da cidade. “Queremos somar forças com as esferas públicas e colocar em práticas projetos que podem fazer a diferença para nosso país, pois seremos anfitriões de dois grandes eventos esportivos nos próximos anos e agora sinto que poderemos iniciar nossa preparação para que o esporte seja um mobilizador social importante nas questões de direitos humanos de nosso país” completa o dirigente.
Nos próximos dias, o presidente do CDG Brasil pretende se reunir com o Secretário de Esportes do Estado de São Paulo, com dirigentes de diversas federações esportivas e com o presidente da Confederação Brasileira de Futebol para implementação de um projeto de enfrentamento da homofobia nas torcidas de futebol , principalmente em virtude da Copa do Mundo de 2014 .

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Com 2min na TV, Russomanno tem o horário eleitoral mais bem avaliado, aponta Datafolha

Para os telespectadores da propaganda eleitoral, o candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, é quem se sai melhor na TV.
Segundo a pesquisa Datafolha, divulgada na quarta-feira (12), 34% dos entrevistados que responderam que assistiram ao horário eleitoral algum dia disseram que o programa de Russomanno é o melhor.

Política sai do armário: 155 candidaturas LGBT disputam eleições de 2012

Em 1996, um grupo de 8 ativistas gays resolveram dar visibilidade às demandas da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) junto ao Legislativo, e se candidataram nas eleições municipais daquele ano. Dezesseis anos mais tarde, em 2012, há 155 candidaturas LGBT, representando um aumento de 1.937,5%.
Há uma candidatura (gay) ao cargo de prefeito de João Pessoa e 154 candidaturas a vereador(a) em 24 dos 26 estados (não há eleições no Distrito Federal), faltando apenas os estados do Acre e do Mato Grosso. São 85 candidaturas de gays, 25 lésbicas, 24 transexuais, 16 travestis, 4 bissexuais e uma drag queen.
Os estados com mais candidaturas LGBT incluem a Bahia com 34, seguida de São Paulo com 27, Minas Gerais com 18 e Rio Grande do Sul com 12.
As candidaturas também são diversificadas em termos dos partidos políticos. São 24 partidos ao total, desde o PSC e os Democratas até o PSTU. Os partidos com mais candidaturas LGBT são o PT (27), o PSOL (19), o PSB (15), o PCdoB (13), o PV (9), o PSDB (6) e o Democratas (3).

Além das candidaturas assumidamente LGBT, também há as candidaturas aliadas da causa LGBT. Já são 43 candidatos/as que assinaram o Termo de Compromisso da campanha “Voto contra a homofobia, defendo a cidadania”.
Informações adicionais identificando as candidaturas, cargos pretendidos, município, estado, partido e contatos estão disponíveis em www.abglt.org.br, no menu direito, em Eleições 2012.
Nessas eleições, por iniciativa do Grupo Dignidade (Curitiba-PR) e com apoio com a ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) e Grupo Libertos Comunicação (Belo Horizonte-MG), foi fundada a União Nacional Pluripartidária LBGT, cujos objetivos incluem a colocação da pauta da diversidade sexual dentro dos partidos políticos e a eleição de candidaturas LGBT assumidas.
Toni Reis, presidente da ABGLT salienta que “embora tenhamos feito essa lista de candidaturas LGBT e aliadas à causa LGBT com o objetivo de orientar o eleitorado LGBT, é importante que as pessoas procurem conhecer a história de luta e as propostas dos/das candidatos/as antes de votar neles. Não basta ser uma candidatura LGBT. A recomendação também é que não sejam candidaturas corporativistas voltadas apenas para a população LGBT, mas que ampliem para outras populações, assim como abranjam os temas sociais, como a saúde, educação e segurança pública,” acrescenta.
Confira abaixo a lista de candidaturas LGBT no estado de São Paulo:
Eleições 2012 – Candidatos(as) LGBT em São Paulo
Cidade
Candidat@
Part
No
LGBT
Contato
BarueriRoseli FerreiraPRP44.013Léswww.bedetatoo.com.br
BarueriRicardo SantosPR22.022Gay
BauruMakinho da DiversidadePMDB15.555Gaymarkinho@labirinthus.com.br
CampinasLohren BeautyPCdoB65.050Draglohren.beauty@yahoo.com.br
CampinasPaulo MariantePT13.133Gaypaulomariante@uol.com.br
GuarulhosGenivaldo Espindola MelPT13.124Gaymelespindola@yahoo.com.br
JacareíLuiz André MoresiPCdoB65.065Gayluizandre.moresi@hotmail.com
JandiraBriggitte AndradePRTB28.500Transbrigithy_2010@hotmail.com
LimeiraLaércio BaraldiPSB40.024Gaycad.limeira@yahoo.com.br
Mogi das CruzesAlexandre HerculanoPSOL50.100Gayaherculano@bol.com.br
Mogi das CruzesAlexandra do Lata VelhaPRB10.100Transprbmogi@bol.com.br/
Mogi das CruzesHeraldo DuartePCB21.333Gaywww.facebook.com/heraldo.duarte.9
PaulíniaFlávia DiasPDT12.123Transflard@bol.com.br
PiracicabaAnselmo FigueiredoPT13.003Gay13003anselmofigueiredo@gmail.com
PoáHenrique NicodemoPSOL50.555Gaywww.facebook.com/nicodemopsol
Santo AndréMarcelo GilPTdoB70.356Gaywww.marcelogilsantoandre.com
São CarlosDanilo FloridoPSOL50.777Gaydaniloflorido
São PauloBill da PizzaPSOL50.000Gaywww.facebook.com/billpizza
São PauloFrederico SosnowskiPSOL50.850Gayfredrski@gmail.com
São PauloMário GregoPSOL50.664Gay
São PauloSilvetty MontillaPSOL50.077Gay
São PauloMarcos FernandesPSDB45.452Gaymarcosfernandes45452@uol.com.br
São PauloMarcos FreirePT13.124Gay
São PauloPaula BeatrizPSOL50.031Transpaulabeatriz@professor.sp.gov.br
São PauloMaria FuentesPTB14.555Lésmariafuentesptb@gmail.com
São PauloSerginho BBBPSD55.025Gay
São PauloBruna BabaluPSOL50.830Trav

sábado, 8 de setembro de 2012

Próximo prefeito herdará sistema de saúde avaliado como o pior problema de SP

O próximo prefeito de São Paulo herdará um sistema de saúde avaliado como o principal problema da cidade por paulistanos e terá o desafio de definir o futuro das parcerias com entidades privadas.
Hoje, seis em cada dez unidades de saúde não são administradas diretamente pela prefeitura da cidade, acusada pelo TCM (Tribunal de Contas do Município) de falhar na fiscalização das verbas repassadas.
A prefeitura usa dois tipos de parceria: convênios, desde 2001, e contratos com OSs (Organizações Sociais), que começou em 2007 e virou a estratégia de Gilberto Kassab (PSD) para expandir a rede.
Em 2011, as OSs receberam R$ 1,1 bilhão --o maior gasto municipal com serviços terceirizados, segundo o TCM. Com a verba, seria possível erguer 11 hospitais --Kassab prometeu construir três, que não foram feitos.
As OSs fazem 75% das consultas médicas da rede.
Para especialistas, o modelo é positivo por permitir ampliação rápida dos serviços, já que as entidades não precisam de licitação para reformas e têm mais liberdade para contratar e fazer compras.
"O custo de operação é mais barato porque elas têm um poder de barganha melhor para comprar insumos, que são uma parte importante dos gastos", diz Irineu Frare, coordenador de projetos e do MBA em gestão pública da Fundação Getúlio Vargas.
Mas ele aponta que é preciso melhorar o controle da verba. A opinião é a mesma do TCM, que analisou quatro dos 26 contratos da prefeitura com OSs e constatou irregularidades, como metas não cumpridas e dinheiro colocado em aplicações financeiras.
Quando há sobra, a prefeitura deve fazer um desconto no repasse seguinte, o que não estava sendo feito, diz o órgão. A prefeitura nega.
"Não há uma estrutura modernizada, com pessoas adequadas para fazer essa avaliação. Apenas em 2012 foi implementado um sistema eletrônico que ajuda a equipe a avaliar os documentos", afirma o conselheiro Maurício Faria, ex-vereador do PT.
Nenhum dos candidatos apresentou propostas efetivas de como melhorar a fiscalização. A prefeitura diz que as prestações são analisadas por 26 pessoas com formações como em administração pública e direito.
PROBLEMAS
O modelo das OSs trouxe avanços: desde 2007 o número de consultas em AMAs (Assistências Médicas Ambulatoriais) saltou 174%. O de exames de imagens subiu 42%. Já consultas em UBSs (Unidades Básicas de Saúde), onde é possível marcar hora com especialistas, caíram 10%.
Mas o modelo também não resolveu problemas como a longa espera para consultas, exames e cirurgias, que pode chegar a meses. Todos os exames na cidade hoje são feitos por meio de parcerias.
Editoria de Arte/Folhapress
Editoria de Arte/Folhapress

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

'Eu incomodo os grandes partidos', diz Russomanno

O candidato à Prefeitura de São Paulo Celso Russomanno (PRB) afirmou, em entrevista exclusiva ao iG, que talvez não precise de apoio no segundo turno. "Eu não posso falar de alianças porque a gente não chegou no segundo turno ainda", afirmou o candidato, que, segundo a última pesquisa Datafolha, lidera com 35% das intenções de voto. Questionado sobre quem poderia se incomodar com o bom desempenho de sua candidatura, Russomanno afirmou: "Eu acho que incomodo os grandes partidos políticos que vem governando São Paulo e se alternando".
O candidato também comentou sobre o polêmico vídeo em que aparece "dando uma conferida" em uma morena durante uma reportagem para a televisão durante o carnaval. "Você assistiu aos vídeos? Eu cometi alguma irregularidade? Algo que não fosse natural? Todas as brincadeiras sem falar um palavrão, sem atentar contra o pudor de ninguém", afirmou Russomanno. "O ataque (divulgação do vídeo) teve a intenção de desmoralizar e só jogou a meu favor."
Ele afirmou também que não se pode misturar religião e política e que há uma tentativa de ligar seu nome à Igreja Universal do Reino De Deus. Ainda assim, o candidato reafirmou que se existisse uma igreja em cada quarteirão, "nós teríamos uma sociedade mais livre, mais justa". "As pessoas não matem e não robam, não é porque elas têm medo de ter preso, é porque elas têm uma religião".
Celso Russomanno disse que seu partido, o PRB, foi fundado por um "católico fervoroso", em referência ao ex-vice-presidente José Alencar, e que ele mesmo frequentou a Igreja Católica desde criança. "No meu partido, 80% é católico ou ligado a alguma coisa do catolicismo, 20% são evangélicos. Dos 20%, apenas 6% são da Igreja Universal", afirmou. "No meu partido, até os homossexuais têm espaço e são candidatos."
Questionado sobre o fato de ser desconhecido por grande parte da população, e do medo existente em parcela da sociedade sobre quais pessoas estão por trás dele, o candidato do PRB afirmou que "professores universitários da USP e de outras universidades" apoiam sua candidatura.
Instigado a dar um conselho a Fernando Haddad (PT), que hoje está coligado com Paulo Maluf (PP) - presidente estadual do antigo partido de Celso Russomanno - o candidato se negou a fazer comentários sobre o assunto. "Foi uma guerra judicial (com Paulo Maluf), uma atrás da outra. É só ver quantas ações judiciais foram trocadas dentro do PP. Só me mantive lá, porque obedeço a fidelidade partidária"

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Ibope: Haddad encosta em Serra, mas Russomanno lidera com 31% em SP

A diferença das intenções de voto entre José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT) na disputa pela prefeitura de São Paulo voltou a diminuir e é a menor já registrada desde o início da campanha eleitoral. Segundo pesquisaIbope/Estado/TV Globo divulgada nesta sexta-feira, o tucano caiu de 26% para 20% em duas semanas, enquanto o petista foi de 9% a 16% no mesmo período. As informações são do Jornal do SBT.
A disputa estimulada segue liderada pelo candidato Celso Russomanno (PRB), que subiu cinco pontos e foi a 31%. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos, o que permite classificar o desempenho de Haddad e Serra como empate técnico.
Em quarto lugar, Gabriel Chalita (PMDB) manteve os 5% da pesquisa anterior (referente ao período de 13 a 15 de agosto), enquanto Soninha Francine caiu um ponto e foi a 4%. Paulinho da Força (PDT), que tinha os mesmos 5%, obteve 1% e aparece em sexto.
Os resultados são compatíveis com os apresentados pelo último levantamento do instituto Datafolha. divulgado nesta quarta-feira (29 de agosto), na qual Russomanno apresentou os mesmos 31%, e foi seguido por Serra (22%) e Haddad (14%), também com margem de erro de 3 pontos.
Encomendada pelos grupos Estado e TV Globo ao Instituto Ibope, a pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 30 de agosto, com 1.001 entrevistados, e registrada no TRE-SP com o número SP-00605/ 2012.
Russomanno venceria Serra no segundo turno
Para o segundo turno, a pesquisa considerou apenas o cenário de disputa entre Serra e Russomanno, já que os dois apareciam empatados com 26% na última pesquisa, com uma vantagem de 17 pontos em relação a Haddad. No caso, o candidato do PRB venceria o tucano por 51% a 27%.
Serra é o líder no quesito rejeição - 34% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum. Em segundo lugar, aparecem empatados Fernando Haddad e Soninha, com 13% cada um; seguidos por Levy Fidelix e Paulinho da Força (12% cada um); Eymael (11%); Celso Russomanno e Gabriel Chalita (cada um com 8%).
Na pesquisa espontânea para o primeiro turno, aquela em que os entrevistados manifestam sua intenção de voto antes de ler os nomes dos candidatos, Russomanno tem 24%; Serra, 16%; e Haddad, 12%. Entre os entrevistados, 14% votariam em branco e 26% disseram que não sabem.